domingo, outubro 08, 2006

Social Watch 2006


A edição de 2006 do relatório Social Watch faz uma dura crítica à estrutura financeira internacional. O relatório demonstra que desde 1991 o Banco Mundial recebe mais dos países em desenvolvimento do que lhes dá. Frisa ainda que por cada dólar que se aplica em ajuda naqueles países, 10 saem através de paraísos fiscais. Consequentemente, os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), projectados para 2015, tornam-se uma miragem: por exemplo, a África Subsariana só conseguirá ter segurança alimentar em 2282.

http://www.socialwatch.org/en/informeImpreso/index.htm

domingo, outubro 01, 2006

Livro Trabalho Procura Justiça

Trabalho Procura Justiça: os Tribunais de Trabalho na Sociedade Portuguesa
Coimbra: Almedina (2005) António Casimiro Ferreira

Foi atribuído a António Casimiro Ferreira o Prémio Agostinho Roseta, 4ª edição, na categoria "Estudos e Investigação" ao seu livro Trabalho Procura Justiça: os Tribunais de Trabalho na Sociedade Portuguesa. A deliberação do júri considerou a qualidade técnico-científica do trabalho e o contributo da investigação para a melhoria das relações laborais.

Novo livro de Boaventura Sousa Santos

A Gramática do Tempo: Para uma Nova Cultura Política
Este volume trata da reconstrução da tensão entre regulação social e emancipação social como condição para voltar a pensar e querer a transformação social emancipatória. Com base no que é designado por “epistemologia do Sul”, propõe-se um pensamento alternativo de alternativas.
Ante o colapso do contrato social da modernidade ocidental capitalista e colonial e a proliferação de fascismos sociais, é necessário reinventar a democracia, a cultura política e o próprio Estado.
Em alternativa à democracia de baixa intensidade que hoje domina são propostas formas de democracia de alta intensidade através das quais é possível expandir os espaços públicos, tanto estatais como não estatais. As análises neste volume centram-se em articulações entre os espaços-tempo local, nacional e global.

São Paulo: Cortez Editora (2006)
Boaventura de Sousa Santos

Apadrinhamento à distância

O Centro para a Cooperação e Desenvolvimento promove um programa de apadrinhamento à distância, que visa em traços gerais apoiar as crianças vítimas da marginalização, da fome, das doenças, da violência e da pobreza.

Para mais informações consultar: http://www.ccspt.org/apadrinhamento.htm

Para aderir a esta iniciativa é necessário preencher um formulário, disponível no seguinte endereço: http://www.ccspt.org/apadrinha_agora.htm

terça-feira, setembro 19, 2006

Associação Mininos di Rua

De seguida deixamos uma carta que nos chegou, pedindo divulgação.

"Caros amigos e, muito em especial, os de origem Caboverdiana:
Recebi esta mensagem que aqui vos deixo, de um amigo recente, que se me dirigiu pedindo apoio para a causa que ele e um grupo de pessoas resolveram empreender. Este grupo deixou-se tocar pelos sorisos das crianças abandonadas em Cabo Verde. Se no Sal há a confirmação de cerca de 400, julgo saber que em CV há um total cerca de 5.000 criânças abandonadas ou em risco de exclusão, vindas na sua maior parte, de famílias desestruturadas e/ou com graves carências de vária ordem. Fica aqui ao vosso critério que tipo de ajuda prestar. Nem sempre o dinheiro é primordial. Há os que não podendo contribuir monetáriamente, o podem fazer de outra forma, se calhar, ajudando a divulgar esta associação e os seus projectos, ou, voluntarizando-se para no terreno dar a sua mais valia em prol da Associação, que pode até nem ser esta. Será outr mas é uma forma de se ajudar quem mais necessita.
É tão fácil fazer uma Criança Sorrir!! Ganham os Mininos di Rua do Sal, de Cabo Verde e do Planeta inteiro. Da minha parte irão ter todo o apoio que lhes poder dar, desde já colaborando nas exposições fotográficas, bem como, sempre que necessário, divulgando as actividades."

O Presidente da Associação Mininos di Rua
Carlos José Batalhão

Estágios Profissionais

O ISU abriu concurso de duas vagas para estágios profissionais no Gabinete de Cooperação.
A partir de Outubro ou de Janeiro.
Enviar Curriculum e Carta de Apresentação / Motivação até dia 4 de Outubro.
INFO: geral@isu.pt
PRÉ-REQUISITOS:
- 23 a 35 anos de idade
- Licenciatura nas áreas de: Relações Internacionais, Estudos Africanos, Comunicação Social, Relações Públicas, Economia e Ciências Sociais.
- Experiência de trabalho em África (preferencial)
- Disponibilidade para flexibilidade de horário e trabalho em equipa
- Elegível para estágio profissional
- Formação Geral para o Voluntariado ISU (preferencial)
- Experiência de Formação (preferencial)

Domínio Público - Biblioteca digital de uso livre

O Ministério da Educação do Brasil criou um site onde se podem consultar gratuitamente mais de 700 obras de literatura de língua portuguesa, assim como músicas em formato de MP3. Tudo grátis. Este projecto corre o risco de terminar por falta de utilizadores.
Não deixem de visitar: http://www.dominiopublico.gov.br

quarta-feira, setembro 13, 2006

Configurações - Nova Revista de Sociologia

Foi lançada recentemete uma nova revista de sociologia, da responsabilidade do Núcleo de Estudos em Sociologia (NES), Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho. Editora Campo das Letras.
Director: Manuel Carlos Silva
1º Número dedicado ao tema das Desigualdades Sociais
Periodicidade:
semestral (2 números/ano ou 1 número duplo)
Assinaturas:
Assinatura Anual – Portugal, países de expressão portuguesa e Espanha: 20.00€
Assinatura Anual – Outros países: 25.00€
Correspondência (incluindo assinaturas):
Revista Configurações - a/c Dra. Sofia Oliveira
Núcleo de Estudos em Sociologia (NES),
Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho
Campus Gualtar 4710 Braga

Acção de Formação - Iniciação ao SPSS

O Núcleo Distrital de Faro da REAPN está a organizar uma acção de formação de iniciação ao SPSS, com duração de 16 horas. A formação terá lugar nos dias 25 Setembro, 2 e 9 Outubro de 2006, no Centro de Formação Profissional de Faro.

Os conteúdos programáticos previstos são os seguintes:
1. A “Cadeia do Conhecimento” e a sua importância no suporte às decisões
2. Amostragem
3. Metodologia para a construção de inquéritos
3.1. Da identificação do “problema de partida” à construção do inquérito
4. Abordagem prática ao software SPSS (tratamento estatístico de dados)
4.1. Criação de matriz base dos dados em SPSS
4.2. Carregamento de dados resultantes de inquéritos em SPSS
4.3. Tratamento estatístico dos dados em SPSS (estatísticas descritivas – crosstabs – gráficos)
5. Elaboração de relatórios/ conclusões
5.1. Diagnóstico e identificação das causas que motivaram o “problema de partida”
5.2. Propostas/ recomendações de soluções para a resolução do “problema de partida”

As(os) interessadas(os) devem contactar o Núcleo Distrital da REAPN:
Rua D. Jerónimo Osório nº 5 2ºDto - Faro
Tel.: 289 802 660 - Fax: 289 802 662
E-mail: n.faro@reapn.org

Atenção: a data limite para inscrições é o dia 18 de Setembro.

terça-feira, setembro 12, 2006

"Desigualdades, Desregulação e Riscos nas Sociedades Contemporâneas"

A Revista Sociologia, do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, está a organizar o Colóquio Científico Internacional "Desigualdades, Desregulação e Riscos nas Sociedades Contemporâneas".

O colóquio terá lugar no Anfiteatro Nobre da FLUP, nos próximos dias 28 e 29 de Setembro.

Para mais informações sobre o programa e as inscrições para o evento, consultar o site da FLUP.

quarta-feira, agosto 30, 2006

Estágios Profissionais na Alemanha - Projecto "Mais Além 2006-2008"

A Associação Juvenil de Estudos e Comunicação (AJEC) está a seleccionar jovens recém-licenciados ou licenciados, nas áreas de Animação Sócio-Cultural, Artes, Ciência Política, Comunicação Social, Design Gráfico, Hotelaria e Turismo, Línguas e Literaturas Modernas, Marketing e Publicidade, Multimédia, Psicologia, Relações Internacionais, Serviço Social e Sociologia, para realizarem estágios profissionais na Alemanha, no âmbito do projecto " Mais Além 2006-2008".

O projecto "Mais Além 2006-2008" tem como entidade promotora a AJEC e consiste num estágio profissional, com a duração de 24 semanas (6 meses), a decorrer entre Outubro de 2006 e Março de 2007, nas entidades de acolhimento Stuttgarter Jugendhaus e.V. (SJEV) e Eurotype, em Estugarda, na Alemanha, no âmbito da Medida Mobilidade, do Programa Leonardo da Vinci, da responsabilidade da Agência Nacional dos Programas Comunitários Sócrates e Leonardo da Vinci.

Os jovens estagiários irão desenvolver o seu trabalho em Centros de Infância e Juventude, Casas e Pousadas de Juventude, Postos de Informação Juvenil, Centros de Formação Profissional, Empresas de Design Gráfico e Multimédia, e outros locais de estágios com base em outras parcerias, onde terão a oportunidade de:

- adquirir novas perspectivas de trabalho nas suas áreas de formação;
- desenvolver diferentes competências noutras áreas profissionais;
- assimilar novas metodologias de trabalho numa instituição dentro da União Europeia;
- aplicar os seus conhecimentos adquiridos no sistema educativo português noutra realidade profissional;
- aprender uma nova língua ou aperfeiçoá-la;
- conhecer um outro país, uma nova cultura e fazer amigos.

Mais tarde de regresso a Portugal, poderão transportar e adaptar as novas competências à realidade nacional, e considerando a aquisição de elementos diferenciadores e valorativos através da formação obtida no estrangeiro, poderá, inclusivamente, permitir-lhes novas e melhores oportunidades de emprego, em Portugal ou no exterior.

Os jovens participantes terão os seguintes benefícios: viagens, seguros, estadia, formação pedagógica, cultural, linguística e profissional.

Os jovens interessados poderão enviar os seus currículos, certificado de habilitações literárias, com a maior brevidade possível – até 8 de Setembro - para os seguintes contactos:

Morada: Rua de Moscavide, lote 47.101 Parque Expo 1998 Lisboa
Endereço electrónico: ajec1999@hotmail.com ou univa_ajec@yahoo.com

Com os nossos melhores cumprimentos,

AJEC
Associação Juvenil de Estudos e Comunicação

terça-feira, agosto 15, 2006

Os bairros sociais trouxeram problemas conhecidos. Não vamos repeti-los

POL nº 5983 Segunda, 14 de Agosto de 2006
Por Luísa Pinto (texto)

«Os bairros sociais trouxeram problemas conhecidos. Não vamos repeti-los».

O secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades quer acabar a construção de bairros nas periferias das cidades. A nova política passa pela requalificação urbana, e não exclui a hipótese de haver algumas demolições.

Numa altura em que problemas de países pouco desenvolvidos, como famílias em barracas, recrudescem em Portugal e convivem com outras situações de vulnerabilidade e de carência habitacional, o Governo quer dar mais "justiça" ao sistema, recusando o assistencialismo vitalício aos agregados que dele não precisam. O secretário de Estado com a tutela da pasta, João Ferrão, explica que a nova política social de habitação passa por clarificação do papel do Estado e das autarquias e permite a entrada de privados na gestão de património. E que a ordem é reabilitar os centros urbanos e reocupar fogos devolutos, promovendo a diversidade e combatendo a guetização originada pelos bairros sociais. E não exclui a hipótese de "ter de demolir alguns".

PÚBLICO - Brincou com as palavras para marcar o anúncio de uma nova política. Qual é a diferença entre política de habitação social e política social de habitação?

JOÃO FERRÃO - Quando defendemos uma política social de habitação, estamos a sublinhar o que nos parece inovador e que tem a ver com o papel do Estado e a forma como se relaciona com diferentes agentes e actores no âmbito desta política. Queremos fazer a separação clara entre o papel do Estado central, neste caso do Instituto Nacional Habitação (INH), e o futuro Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), que é um papel estratégico, regulador, avaliador e de informação ao cidadão, e do ponto de vista da execução de políticas, que, neste caso, são políticas que ganham com a proximidade. Queremos, por um lado, descentralizar em relação às autarquias e, por outro lado, externalizar de uma forma contratualizada com promotores privados especializados. E também levar a cabo a ideia de que uma política como esta tem de ser feita sempre de forma muito estreita com aquilo que são os stakeholders do INH/IHRU.

Estamos sempre a falar do papel do Estado em garantir o direito à habitação, a falar de rendas apoiadas e de custos controlados. Muda alguma coisa no universo de pessoas a que se destina?

Não estamos a pensar, como muitos, que habitação de pendor social é igual a problemas de pobreza; prefiro falar de situações de vulnerabilidade. Vamos definir o universo de pessoas que cabe neste segmento e recusar a ideia de acesso à habitação social para toda a vida, independentemente das condições que vão tendo ao longo do seu ciclo de vida, por uma questão de justiça.

A que situações de vulnerabilidade se refere?

Hoje em dia temos, por variadíssmas razões, novos perfis de carência habitacional. A questão do envelhecimento, a da recomposição familiar e a da emigração, por exemplo, às quais temos de juntar a da instabilidade do mercado de trabalho. A ideia de emprego para toda a vida desapareceu. Estamos a falar de elementos estruturais das sociedades contemporâneas, da pós-modernidade. E estes problemas coexistem com os mais antigos, como o da erradicação de barracas, que ainda não conseguimos resolver. Aliás, verificamos, até, que se nas áreas metropolitanas o número está a diminuir, embora muito lentamente, noutras áreas do país o número de pessoas a viver em barracas está a aumentar.

Falou de Estado, autarquias, stakeholders e privados que quer que participem nesta política, reposicionando-os. O papel do Estado está explicado. E os restantes?

Do ponto de vista da execução das políticas, a política de habitação é uma daquelas em que a questão da proximidade é muito importante. Não é assim em todas as políticas, mas esta é daquelas que têm de ser uma política próxima para quem se orienta. A velha política de habitação social era muito centrada no Estado central, e baseada na solução da construção dos chamados bairros sociais, que trouxeram problemas que são conhecidos de toda a gente. E nós não vamos repeti-los. Aqueles bairros compactos com pessoas do mesmo tipo, muitas vezes até fisicamente isolados do resto das cidades, revelou-se uma solução péssima. Em muitos países esses blocos tiveram de ser implodidos, e eu não excluo à partida que isso não possa acontecer em Portugal.
A administração central nao tem propriamente vocação para ser proprietária, e o IGAPHE ainda tem, hoje em dia, um parque habitacional razoável, que inclui edifícios, fogos, mas também terrenos. A nossa ideia é transferir o património que pode ser recuperado para os municípios e dar uma nova abordagem ao programa Prohabita, de forma a promover a diversidade social. Os privados poderão entrar na gestão desse património .

Como é que essa entrada dos privados pode ser feita?

Enquadrada em instrumentos como o Porta 65. Estamos a falar sempre do objectivo de dinamizar o mercado de arrendamento e, nesta óptica, no segmento da habitação de cariz social. A Porta 65 tentará dinamizar esse mercado de arrendamento do lado da oferta, do lado da procura e articulando ambas. Do lado da oferta, queremos mais e melhores fogos no segmento de arrendamento, nomeadamente no de vocação social. Para que isso aconteça, o que temos de fazer é criar um sistema que seja confiável, estável, credível e que seja rentável para quem aceita integrá-lo. Estou a falar de autarquias e outras entidades, mas também proprietários individuais que, porque não têm dimensão ou porque não acreditam no mercado de arrendamento social, facilmente podem recorrer a um sistema, com base na contratualização, que lhes garanta a tal estabilidade, um retorno considerado razoável para um determinado período.
Depois temos ainda a componente da gestão do património habitacional, à qual qualquer entidade privada pode concorrer, e contratualizar com o IRHU essa gestão.

Tem vindo a inistir na componente da reabilitação, um mercado cujo potencial, segundo associações do sector, ascende aos dez mil milhões de euros. Mas todos sabemos que o investimento que as empresas fazem em reabilitação é muito baixo. Como pretende inverter essa tendência?

Dando um sinal com várias frentes. Por um lado, com instrumentos financeiros que favorecem a reabilitação urbana, que vamos apresentar em Setembro; por outro, com apoio à decisão do ponto de vista técnico - o INH vai publicar um instrumento pedagógico, um guia técnico da reabilitação. E, em termos genéricos, no âmbito da política de cidades, tudo está orientado para a contenção da expansão urbana e para a requalificação do que já existe.

domingo, agosto 13, 2006

PROTAL em discussão pública

O Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL) vai avançar para discussão pública. O documento vai estar em consulta pública entre 14 de Agosto e 30 de Novembro.

CONSULTE OS DOCUMENTOS*

VERSÃO INTEGRAL
Volume I - Proposta de Plano pdf 5.3 MB

ANEXOS:
Peça Gráfica 01 - Modelo Territorial Proposto pdf 0.4 MB
Peça Gráfica 02 - Sistema Urbano pdf 1.0 MB
Peça Gráfica 03 - Sistema de Turismo pdf 0.9 MB
Peça Gráfica 04 - Sistema do Litoral pdf 1.9 MB
Peça Gráfica 05 - Estrutura Regional de Protecção e Valorização Ambiental pdf 1.1 MB
Peça Gráfica 06 - Transportes e Acessibilidades pdf 1.0 MB
Peça Gráfica 07 - Rede Regional do Património pdf 1.0 MB
Peça Gráfica 08 - Unidades e Sub-unidades Territoriais pdf 1.1 MB
Peça Gráfica 09 - Recursos Hídricos pdf 1.9 MB
Peça Gráfica 10 - Águas Residuais Urbanas (prioridades de intervenção) pdf 1.1 MB
Peça Gráfica 11 - Rede Eléctrica em Alta e Muito Alta Tensão (representação esquemática) pdf 0.9 MB

Volume II - Caracterização e Diagnóstico pdf 12.9 MB

ANEXOS

Volume III - Elementos Complementares pdf 1.2 MB

ANEXOS:
Mapa 01 - Unidades e Sub-unidades Territoriais pdf 2.2 MB
Mapa 02 - Sistema do Litoral pdf 5.6 MB
Mapa 03 - Estrutura Regional de Protecção e Valorização Ambiental pdf 2.3 MB 03a - ERPVA - Unidades Ecológicas (agrupadas por categorias) pdf 6.6 MB 03b - ERPVA - Prioridades de Conservação (das unidades ecológicas) pdf 6.4 MB
Mapa 04 - Transportes e Acessibilidades pdf 2.2 MB
Mapa 05 - Ordenamento das Águas Marítimas pdf 2.3 MB
Mapa 06 - Recursos Hídricos pdf 3.3 MB
Mapa 07 - Abastecimento Público de Água pdf 2.1 MB
Mapa 08 - Águas Residuais Urbanas pdf 2.0 MB
Mapa 09 - Carta de "Apoio à Gestão Florestal" pdf 2.1 MB
Mapa 10 - Riscos pdf 11.4 MB

VERSÃO RESUMO
Sumário Executivo pdf 595 KB

CONHEÇA OS PARECERES
Comissão Mista de Coordenação pdf 2.9 MB * Anexo 11 e Anexo 12 - Dísponível, em suporte papel, nas instalações da CCDR sitas na Rua José Matos.

A SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL
Ficha de Participação Online
Ficha de Participação (para download) pdf 69 KB
A Ficha pode ser preenchida em linha, directamente na página web da CCDR Algarve ou manualmente, numa cópia em papel que pode imprimir, preenchendo com letras maiusculas. Tendo em vista o tratamento das suas observações não deverá ultrapassar duas páginas. As suas sugestões serão ponderadas após a conclusão do período de discusão pública que decorre de 14 de Agosto a 30 de Novembro de 2006.A CCDR garante a estrita confidencialidade no tratamento dos seus dados. A informação por si disponibilizada não será partilhada com terceiros e será utilizada apenas para PROT Algarve.

Brevemente disponível site específico do PROT Algarve e o calendário de Sessões Públicas.

* Informação retirada do site da CCDR.

quinta-feira, agosto 10, 2006

Brigadas internacionais para a Paz - missão de voluntariado 1 ano - candidaturas ainda abertas

Tal como divulgámos antes, as PBI - Brigadas Internacionais de Paz, estão a realizar este ano em Portugal 3 formações ("training weeks"), com o objectivo de encontrar e preparar voluntários para vários dos seus Projectos Internacionais.
A formação do Nepal já está a decorrer com sucesso em Lisboa, frequentada por vários voluntários internacionais. Mas para o sucesso das duas restantes formações precisamos de mais candidatos portugueses, por isso continuamos a procurar voluntários que se queiram candidatar a integrar os Projectos do México e da Indonésia.
Qualquer um dos Projectos pretende integrar vários voluntários portugueses, para o que fizeram um especial apelo às PBI Portugal para procurar mais candidatos.
Aproveitamos para felicitar os voluntários que já estão no processo de selecção, nomeadamente do Projecto Guatemala, cujo selecionados serão conhecidos em breve. As candidaturas continuam abertas até o fim de Agosto, esperamos receber as vossas também!

Os requisitos básicos para os voluntários são:
- Mais de 25 anos de idade
- Experiência mínima de voluntariado e/ou associativismo
- Disponibilidade mínima de um ano no terreno
- Conhecimento da língua*
* No caso do Projecto da Indonésia há uma integração anterior em cursos da língua local

Locais e datas das formações:
PROJECTO INDONÉSIA
Local - Pousada Juventude de Almada
Data - 16 a 31 de Outubro
Contacto para informações / candidaturas: rjthompson95@yahoo.ca / brigadas.paz@gmail.com
PROJECTO MÉXICO
Local - Lisboa
Data - 19 a 26 de Novembro
Contacto para informações / candidaturas: pbisilvia@yahoo.es /brigadas.paz@gmail.com

quarta-feira, julho 26, 2006

Comunicado da Associação Portuguesa de Sociologia

Aos sócios da APS
Aos Órgaos de Soberania
Aos Órgãos de Comunicação Social

A Direcção da Associação Portuguesa de Sociologia (APS), tomando hoje conhecimento do hediondo crime perpretado contra uma cidadã, socióloga de profissão, não pode deixar, em primeiro lugar, de manifestar a sua indignação, revolta e consternação perante o homícidio perpetrado contra a vida da nossa colega Maria José Gonçalves Janardo. A APS apresenta as suas condolências e solidariedade à família da nossa colega. Segundo o JN de 25 de Julho do corrente ano, o corpo teria sido descoberto no dia 8 de Julho na bagageira do próprio carro da vítima a 100 metros da sua residência em Monte Abraão, depois de ter sido sequestrada, tomada refém por um casal de assaltantes e, por fim, assassinada por asfixia, tendo sido colocado o cadáver na bagageira do carro. A APS, embora desconheça as precisas circunstâncias do crime, pelo que lhe foi dado saber pela notícia do JN, espera obviamente a prossecução da necessária investigação por parte das autoridades competentes, de modo a serem esclarecidas as circunstâncias do crime e feito o apuramento daresponsabilidade do(s) autor(es) do crime. Por uma primeira leitura feita à notícia estaremos provavelmente perante um caso que demonstra como também o exercício da profissão do sociólogo/acomporta certos riscos, o que nos obriga a todos a um redobrado esclarecimento da opinião pública face a enviesamentos ou falsas ideiassobre a profissão do sociólogo. Com efeito, qualquer investigação sociológica obedece a códigos éticos e deontológicos, tal como noutras profissões, não devendo obviamente ser confundida com investigações policiais ou judiciais. Aos órgaos de comunicação social a APS solicita e agradece a publicação deste comunicado para conhecimento dos demais colegas e da população emgeral. Lisboa, 25 de Julho de 2006
A Direcção da APS

Bolsa de Investigação

Está aberto concurso para atribuição de uma Bolsa de Investigação, no âmbito do Projecto "Os Trabalhadores dos Centros Comerciais na Área Metropolitana do Porto", financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia/FCT (POCI/SOC/58215/2004), a decorrer no Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. A bolsa terá a duração de 9 meses. O/As candidato/as deverão ser licenciado/as em Sociologia.
O edital completo do concurso, com os requisitos, prazos e modo de apresentação da candidatura, deve ser consultado no Instituto de Sociologia ou em www.letras.up.pt/isociologia.

segunda-feira, julho 10, 2006

Os Jovens e o Mercado de Trabalho


"Os Jovens e o Mercado de Trabalho: caracterização, estrangulamentos à integração efectiva na vida activa e a eficácia das políticas"

Maria das Dores Guerreiro, Elsa Pegado (coordenação)
Sandra Mateus, Inês Pereira, Pedro Abrantes, Maria Abranches
Ana Rita Coelho, Maria João Canhoto (colaboração)


Este estudo teve por objectivo conhecer a situação dos jovens portugueses face ao mercado de trabalho, tendo como pano de fundo a Estratégia Europeia para o Emprego (EEE) e as políticas formativas e de emprego que dela emanam, à escala nacional.

quinta-feira, julho 06, 2006

Human Development Reports :TIMOR LESTE 2006

No momento difícil vivido por Timor-Leste, o relatório do PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, "The Path of Poverty", sobre o Desenvolvimento Humano de Timor-Leste (2006) inclui um conjunto de elementos importantes no quadro dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, focando sobretudo a necessidade da redução da pobreza, nomeadamente através do desenvolvimento rural integrado.

Consulte aqui o relatório

“Descendentes de Imigrantes: entre três mundos”

A Fundação Oriente organiza pelo 12º ano consecutivo os “Encontros da Arrábida 2006”. Um dos painéis será subordinado ao tema “Descendentes de Imigrantes: entre três mundos” e terá como coordenador o Dr. Rui Marques (Alto-comissário para a Imigração e Minorias Étnicas). O painel decorrerá no Convento da Arrábida, em 13 e 14 Julho.
Poderão, caso tenham interesse, proceder às vossas inscrições em:
http://www.foriente.pt/pt/encontros/en06_inscr.asp

A integração dos descendentes de imigrantes constitui uma das principais dificuldades que as sociedades de acolhimento encontram. Este aspecto deveria merecer uma atenção prioritária das políticas públicas, pois aí se gera um dos maiores insucessos da integração das famílias imigrantes. Sendo em Portugal relativamente recente o fenómeno de uma imigração com dimensão relevante, temos ainda pouca experiência na gestão das questões que a integração dos descendentes de imigrantes coloca e só as comunidades mais antigas – maioritariamente de origem africana – estão nessa fase do ciclo migratório.

Apesar da discussão legítima se se deve falar de segunda e terceira gerações de imigrantes, no pressuposto que esse abordagem pode ser perversa por cristalizar um estatuto que perdura no tempo, mesmo para aqueles que não imigraram – já nasceram no país de acolhimento – é indesmentível que este grupo de crianças e jovens tem vulnerabilidades especiais que devem ser consideradas, tendo em vista a sua redução e anulação. Não defendemos, no entanto, que essa anulação de desvantagens arraste consigo a eliminação da sua memória cultural específica. A boa integração exige, em simultâneo com a plena cidadania e exercício da igualdade, que estas crianças e jovens possam manter, com orgulho, as suas origens sem as enterrar.

É evidente, no entanto, que esse equilíbrio é difícil e da sua ausência decorrem algumas das mais tipificadas dificuldades de integração existentes. Entre a pertença à pátria/cultura dos seus progenitores (com a qual têm muitas vezes laços ténues) e a pertença à terra onde nasceram ou para a qual vieram muito novos (mas que não os reconhece como seus), estabelece-se uma tensão difícil de resolver que é ainda agravada pela crescente filiação a outra referência, sobretudo cultural, de um universo terceiro, distinto do dos progenitores ou da de acolhimento. Este apelo a uma potencial tripla filiação pode levar a um conflito identitário que se reflecte de diferentes formas, seja em movimentos de desintegração social, em relação à sociedade de acolhimento, seja em recusa de adesão – ou noutros casos de sobreadesão - à cultura dos progenitores ou ainda através da assunção radicalizada de subculturas importadas.

Reflectir sobre estes três mundos de pertença e de identidade para os descendentes de imigrantes constitui o desafio central deste encontro.

II Congresso Internacional sobre Saúde, Cultura e Sociedade

Auditório da Biblioteca Municipal de Tavira
29 e 30 de Setembro de 2006

OBJECTIVOS
A AGIR – Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural vai organizar pelo segundo ano consecutivo, o II Congresso Internacional Saúde, Cultura e Sociedade, na Biblioteca Municipal de Tavira, nos dias 29 e 30 de Setembro de 2006.
Os objectivos deste evento assentam na discussão interdisciplinar e internacional das questões e práticas relativas à saúde e à doença, hábitos socioculturais, intervenção comunitária e práticas das medicinas alternativas vrs. medicina tradicional, bem como debater o lugar do Estado e das políticas públicas no domínio da Saúde pública e individual em articulação com a responsabilização individual na prevenção e tratamento da saúde (no quadro da saúde pública e individual). Durante o evento, pretende-se ainda, debater o papel dos meios de comunicação social e das novas tecnologias de informação e comunicação nos domínios referidos.

TEMAS
- Desporto
- Hábitos Socioculturais
- Intervenção do Estado na Saúde
- Medicina tradicional vrs. Medicinas alternativas
- Meios de Comunicação Social
- Metamorfoses do Corpo, Mutilações e Técnica Médica
- Mutualismo, Assistência Pública e Solidariedade
- Nutrição
- Prevenção e Educação
- Saúde Mental, Deficiências e Políticas de Apoio
- SIDA e Doenças sexualmente transmissíveis
- Tecnologias de informação e comunicação
- Velhice e Políticas de Cuidar
- Violência, Drogas e Alcoolismo

RESUMOS E COMUNICAÇÕES
Resumos: Os resumos deverão ser elaborados em duas das línguas oficiais das Jornadas (Português, Espanhol, Inglês e Francês) e deverão conter 250 a 350 palavras, título provisório, tema, nome do autor, instituição, palavras-chave. O texto do resumo deverá indicar sumariamente os objectivos da comunicação, enquadramento teórico/bibliografia, metodologia empregue na investigação e resultados eventualmente obtidos. Envio do resumo por e-mail (em alternativa: disquete ou CD-Rom), até 31 de Agosto de 2006.
Apresentação dos textos (resumos e comunicações): Word 97/2000/XP; Times New Roman; tamanho 12; espaçamento entre linhas de 1,5 linhas
Comunicações escritas: Título definitivo, tema, nome do autor, instituição, palavras-chave, referências bibliográficas, até 30 páginas A4, em disquete/CD-Rom ou e-mail, Word 97/2000/XP, Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5 linhas, equipamento necessário. Envio das comunicações escritas por e-mail (em alternativa: disquete ou CD-Rom), até 20 de Setembro de 2006.
Outras informações: A avaliação dos resumos será feita pela Comissão Científica e os resumos seleccionados serão publicados nas actas das Jornadas. Os autores com resumos seleccionados serão informados por e-mail da aceitação dos mesmos. A Comissão Organizadora informa que não dispõe de recursos para financiar os participantes, pelo que solicita aos mesmos que providenciem recursos, para garantir a sua vinda.

PROGRAMA
Sexta-feira, 29 de Setembro de 2006
09.00 – 10.00: Recepção dos Participantes
10:00 – 10:20: Sessão de Abertura
10.20 – 13.00: Sessão de Trabalho
14.30 – 18.00: Sessão de Trabalho
18.00 – Inauguração de Exposição fotográfica
21.00 – Jantar (inscrição)

Sábado, 30 de Setembro de 2006
10.00 – 11.45: Sessão de Trabalho
12.00 – 13.00: Sessão de Trabalho
15.00 – 17.30: Visita ao património natural e cultural do Concelho

INSCRIÇÕES
- Associados: 10 euros
- Novos associados (Julho – Setembro 2006): isentos
- Participantes com comunicação: 40 euros
- Participantes sem comunicação: 40 euros
- Estudantes de licenciatura (sem comunicação): 12,50 euros
- Estudantes de mestrado/doutoramento (sem comunicação): 25 euros

(A inscrição no Congresso confere directo a certificado de participação e às respectivas actas)

Por transferência bancária:
AGIR - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
Banco: Caixa Geral de Depósitos
NIB: 0035 0666 000809 51030 20
IBAN: PT50003506660008095103020
BIC: CGDIPTPL

Por cheque bancário ou vale postal:
AGIR - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
Apartado 304
4490 Póvoa de Varzim
Portugal

Formulário de inscrição:
(II Congresso Internacional sobre Saúde, Cultura e Sociedade)

- Nome:
- Endereço:
- Código Postal:
- Localidade:
- País:
- N.º contribuinte:
- Telefone/Telemóvel nº:
- E-mail:
- Data de nascimento:
- Habilitações académicas:
- Instituição representada:
- Estudante: Sim _____ Não _____
- Título provisório da comunicação:
- Tema das Jornadas:
- Equipamento necessário:
- Modo de pagamento:
- Data de inscrição:
- Apresenta (apenas) comunicação oral: Sim _____ Não _____
- Apresenta (apenas) comunicação escrita: Sim _____ Não _____
- Apresentação oral e escrita da comunicação: Sim _____ Não _____
- Desejo que o valor da inscrição no Congresso seja convertido automaticamente no pagamento da jóia (10 euros) e anuidade (30 euros) dos novos associados da AGIR – Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural, pelo que nada mais terei a pagar pela inscrição no evento supra identificado: Sim _____ Não _____
- Observações:

Enviar:
AGIR - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
Apartado 304
4490 Póvoa de Varzim
Portugal
ou
agir.associacao@gmail.com ou agir.associacao@sapo.pt