sexta-feira, outubro 13, 2006

Master on-line sobre Imigração e Cooperação para o Desenvolvimento na União Europeia

Master on line 2006-2007 en Inmigración y Cooperación al Desarrollo en la Unión Europea
Tema: Voluntariado, Inmigración, Cooperación/Desarrollo, Ayuda humanitaria/Emergencia, Tipo: Master/postgrado
Modalidad: online
Organizador: Hegoa; Director: director
Fecha límite de inscripción: 08/09/2006; Precio: 2.365,00 €
Fecha de inicio: 02/10/2006; Fecha de fin: 29/06/2007
Horario: consultar
Programa:
Módulo 1: La Unión Europea: Aspectos generales. (10 créditos) Profesorado: Gurutz Jáuregui; Juan Ignacio Ugartemendia, José Martín y Pérez de Nanclares, Dunia Marinas Suárez, Luis Mª Díez Picazo, Maite Zelaia Coordinadora: Maite Zelaia
Módulo 2: Teorías y estrategias de Desarrollo y Cooperación Internacional . (5 créditos) Profesorado: Yolanda Jubeto, Jokin Alberdi, Efrén Areskurrinaga Coordinador: Jokin Alberdi Módulo 3: Claves teóricas y prácticas sobre la inmigración y la interculturalidad (5 créditos) Profesorado: Cristina Blanco, Ángeles Solanes, Xabier Aierdi Coordinadora: Cristina Blanco Módulo 4: Gobernanza y elaboración de políticas en la Unión Europea (5 créditos) Profesorado: Ana Rosa González Murua, Joxerramon Bengoetxea, Manuel López Escudero, Izaskun Iriarte Coordinadora: Ana Rosa González Murua
Módulo 5: Unión Europea y protección de los Derechos Fundamentales (5 créditos) Profesorado: Juan Ignacio Ugartemendia, Victor Ferreres, Alejandro Saiz Arnaiz,Itziar Gómez Coordinadora: Dunia Marinas
Módulo 6: Unión Europea, acción exterior y relaciones internacionales . (5 créditos) Profesorado: Ramón Torrent, Juan Gabriel Tokatlian Coordinador: Ramón Torrent
Módulo 7: La Cooperación al Desarrollo en la Unión Europea. (10 créditos) Profesorado: David Bondia, Jokin Alberdi, Karlos Pérez de Armiño,Yolanda Jubeto, Asier Martínez, Izaskun Iriarte, Sandra Gil Araujo. Coordinador: Jokin Alberdi
Módulo 8: La Inmigración en la Unión Europea. (10 créditos) Profesorado: Javier de Lucas, Lorenzo Chacón, Carlota Solé, Sandra Gil Araujo, Ricard Zapata, Eduard Roig, Marc Carrillo, Juana Goizueta. Coordinadora: Juana Goizueta
Módulo 9: Manejo de las convocatorias europeas para la Cooperación al Desarrollo e Inmigración. (4 créditos)
Profesorado: Lara González, Marta Marín Coordinador: Juana Goizueta
Trabajo final de Investigación (2 créditos)

Requisitos: Estar en posesión de una licenciatura o título equivalente.
Teléfono: 94 601 70 47 943 01 54 25 ;
Email: maribi_lamas@.ehu.es
Url: http://www.hegoa.es

Sociologia ao Fim da Tarde

Estão de regresso as conferências de sociologia ao final da tarde, na Faculdade de Economia da Universidade do Algarve.

Próxima Conferência:
«Consumo de drogas: desafios de uma abordagem integrada»
José Júlio Sardinheiro, Sub-delegado Regional do Instituto das Drogas e Toxicodependências. Quinta-feira, 19 de Outubro de 2006
Sala de Actos da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve (3º piso)

quarta-feira, outubro 11, 2006

SESSÕES DEBATE SOBRE O PROT ALGARVE EM OUTUBRO

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, responsável pelo processo de elaboração e discussão do Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT Algarve), vai promover quatro sessões de debate da proposta de PROT, durante o mês de Outubro, nos seguintes locais:

13 de Outubro, Portimão, 17:00 - 20:00 h
Sala de Cinemas de Portimão

17 de Outubro, Aljezur, 17:00 - 20:00 h
Escola Básica Integrada de Aljezur

20 de Outubro, Alcoutim, 17:00 - 20:00 h
Auditório - Salão de Alcoutim

24 de Outubro, Faro, 17:00 - 20:30 h
Grande Auditório - Campus de Gambelas - Universidade do Algarve

As sessões têm por objectivo promover uma participação aberta e empenhada dos cidadãos num documento de importância estratégica para a Região.

Consulte o website www.territorioalgarve.pt para proceder à inscrição nas sessões e aceder a mais informações sobre a iniciativa.

Estágio na Plataforma Portuguesa das ONGD

Localização do estágio: Sede da Plataforma das ONGD

Duração: 6 meses, part-time

Formação requerida: 4º ano de Licenciatura em Relações Internacionais, Ciências Sociais ou afins, de com experiência de trabalho/voluntariado em organizações de apoio ao desenvolvimento e com bom nível de inglês.

Inicio: Novembro de 2006

Objectivos/Tarefas:
Obtenção de conhecimentos técnicos na área da Cooperação para o Desenvolvimento
Recolha, tratamento e compilação de informação para os projectos e actividades da Plataforma
Acompanhamento logístico e divulgação dos resultados de actividades e projectos a decorrer em 2007.
Apoio na actualização e Gestão do Website da Plataforma
Apoio à procura e divulgação de informação sobre apoio ao desenvolvimento
Recolha de informação das fontes identificadas e respectivo tratamento, compilação e divulgação da informação;
Promoção do Website da Plataforma junto de várias instituições e promoção de parcerias;
Apoio na redacção da Newsletter da Plataforma.

Obtenção de noções elementares do trabalho realizado pela Plataforma e suas organizações associadas

Acompanhamento de todas as reuniões de trabalho da Plataforma;
Contacto directo com representantes das Associadas na Plataforma com vista a actualização das informações;
Acompanhamento do trabalho dos grupos de trabalho da Plataforma;
Pesquisa de informação e actualização da informação nos arquivos da Plataforma;
Prestação de apoio técnico e administrativo ao Secretariado da Plataforma;
Solicitamos o envio de carta de motivação e CV actualizado para o endereço info@plataformaongd.pt até ao dia 22 de Outubro ao cuidado de Sophie Robin ou Rodolfo Gallego

II Congresso Internacional sobre “ A Imigração em Portugal e na União Europeia”

II Congresso Internacional sobre "A Imigração em Portugal e na União Europeia"
Palácio dos Capitães Generais, Angra do Heroísmo (Açores – Portugal) – 23 e 24 de Novembro de 2006


Objectivos
A AGIR – Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural, instituição sem fins lucrativos, vai organizar com apoio da Direcção Regional das Comunidades, da Presidência do Governo Regional dos Açores, o II Congresso Intern acional sobre "A Imigração em Portugal e na União Europeia".
Os objectivos deste evento assentam na discussão interdisciplinar e intern ac ional das questões relativas à imigração em Portugal e na União Europeia, nomeadamente sobre políticas nacionais, regionais e europeias de imigração, direitos, deveres, integração e cidadania dos imigrantes, acesso ao mercado de trabalho e ao empreendedorismo. Durante o evento, pretende-se ainda, debater o papel das associações de imigrantes na defesa da cultura de origem e na promoção da integração nos países de acolhimento.

Temas
§ Direitos Fundamentais e Políticas de Imigração
§ Relações e Migrações Internacionais e Europeias
§ Integração, Assimilação, Educação e Cidadania
§ Etnicidades e Minorias
§ Racismo e Discriminação
§ Desenvolvimento Local e Regional
§ Globalização, Identidade e Diversidade
§ Mercado de Trabalho
§ Associativismo e Serviço Social
§ Meios de Comunicação Social/Tecnologias de Informação e Comunicação

Comissão Científica
- Ángeles Castaño Madroñal – Departamento de Antropología Social/Universidade de Sevilha/Grupo de Investigação GEISA (España)
- Joana Miranda – Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI)/Universidade Aberta (Portugal)
- João Casqueira Cardoso – Centro de Estudos das Minorias/Universidade Fernando Pessoa (Portugal)
- João Filipe Marques – Faculdade de Economia da Universidade do Algarve (Portugal)
- Leonor Gimeno Giménez – Departamento de Psicología Social, Facultad de CC. Políticas y Sociología, Universidad Complutense de Madrid (España)
- Manuela Marujo – University of Toronto, Department of Spanish and Portuguese (Canadá)
- Maria Inês Magalhães – Centro de Estudos das Minorias/Universidade Fernando Pessoa (Portugal)
- Maria Mercês Covas – Universidade do Algarve, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Departamento de Ciências da Educação e Sociologia (Portugal)
- Marta Maia – L'Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS – Paris) (França)
- Victor Pereira da Rosa – Département de Sociologie – Université d'Ottawa (Canadá)

Resumos e Comunicações
Resumos : Os resumos deverão ser elaborados em duas das línguas oficiais do Congresso (Português, Espanhol, Inglês e Francês) e deverão conter 250 a 350 palavras, título provisório, tema, nome do autor, instituição, palavras-chave. O texto do resumo deverá indicar sumariamente os objectivos da comunicação, enquadramento teórico, metodologia empregue na investigação e resultados eventualmente obtidos. Envio do resumo por e-mail (em alternativa: disquete ou CD-Rom), até 25 de Outubro de 2006.
Apresentação dos textos (resumos e comunicações): Word 97/2000/XP; Times New Roman; tamanho 12; espaçamento entre linhas de 1,5 linhas
Comunicações escritas: Título definitivo, tema, nome do autor, instituição, palavras-chave, referências bibliográficas, até 30 páginas A4, em disquete/CD-Rom ou e-mail, Word 97/2000/XP, Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5 linhas, equipamento necessário. Envio das comunicações escritas por e-mail (em alternativa: disquete ou CD-Rom), até 20 de Novembro de 2006.
Comunicações orais: serão seleccionados para comunicações orais com duração mínima de 12 minutos, os resumos que obedeçam aos requisitos gerais enunciados para os mesmos e cujos participantes se encontrem inscritos no evento até 20 de Novembro de 2006.
Outras informações:
× Para todas as apresentações orais serão disponibilizados os seguintes meios: projector multimédia e computador, projector de diapositivos e retroprojector de acetatos.
× A avaliação dos resumos será feita pela Comissão Científica e os resumos seleccionados serão publicados nas actas do Congresso. Os autores com resumos seleccionados serão informados por e-mail da aceitação dos mesmos.
× A Comissão Organizadora informa ainda que reserva a aceitação definitiva dos resumos de pessoas inscritas no mesmo. Mais informa que não dispõe de recursos para financiar os participantes, pelo que solicita aos mesmos que providenciem recursos, para garantir a sua vinda.

Inscrição
× Associados: 10 euros
× Novos associados: isentos
× Participantes com comunicação: 40 euros
× Participantes sem comunicação: 40 euros
× Estudantes de licenciatura (sem comunicação): 12,50 euros
× Estudantes de mestrado/doutoramento (sem comunicação): 25 euros

Transferência bancária
AGIR - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
NIB: 0035 0666 000809 51030 20
IBAN: PT50003506660008095103020
BIC: CGDIPTPL
Banco: Caixa Geral de Depósitos
Correio postal ou vale postal
AGIR - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
Apartado 304
4490 Póvoa de Varzim
Portugal

Formulário de inscrição (CIIPUE2)
× Nome:
× Morada:
× Cód. Postal:
× Localidade:
× País:
× Tel. n.º:
× E-mail:
× Data de Nascimento:
× NIF:
× Habilitações Literárias:
× Profissão:
× Instituição Representada:
× Estudante: Sim: ____ Não: ____ Curso/Universidade:
× Título Provisório da Comunicação:
× Tema do Congresso:
× Equipamento necessário:
× Modo de pagamento
× Data de Inscrição:
× Só apresentação oral: Sim ____ Não ____
× Só comunicação escrita: Sim ____ Não ____
× Comunicação escrita e apresentação oral: Sim ____ Não ____
× Novos associados: Desejo que a minha inscrição seja convertida automaticamente no pagamento das taxas de inscrição (40 euros) na Associação AGIR (válida por 12 meses). Sim ____ Não ____

Enviar:
AGIR - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
Apartado 304
4490 Póvoa de Varzim
Portugal
ou agir.associacao@gmail.com ou agir.associacao@clix.pt ou agir@oninet.pt

domingo, outubro 08, 2006

Social Watch 2006


A edição de 2006 do relatório Social Watch faz uma dura crítica à estrutura financeira internacional. O relatório demonstra que desde 1991 o Banco Mundial recebe mais dos países em desenvolvimento do que lhes dá. Frisa ainda que por cada dólar que se aplica em ajuda naqueles países, 10 saem através de paraísos fiscais. Consequentemente, os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), projectados para 2015, tornam-se uma miragem: por exemplo, a África Subsariana só conseguirá ter segurança alimentar em 2282.

http://www.socialwatch.org/en/informeImpreso/index.htm

domingo, outubro 01, 2006

Livro Trabalho Procura Justiça

Trabalho Procura Justiça: os Tribunais de Trabalho na Sociedade Portuguesa
Coimbra: Almedina (2005) António Casimiro Ferreira

Foi atribuído a António Casimiro Ferreira o Prémio Agostinho Roseta, 4ª edição, na categoria "Estudos e Investigação" ao seu livro Trabalho Procura Justiça: os Tribunais de Trabalho na Sociedade Portuguesa. A deliberação do júri considerou a qualidade técnico-científica do trabalho e o contributo da investigação para a melhoria das relações laborais.

Novo livro de Boaventura Sousa Santos

A Gramática do Tempo: Para uma Nova Cultura Política
Este volume trata da reconstrução da tensão entre regulação social e emancipação social como condição para voltar a pensar e querer a transformação social emancipatória. Com base no que é designado por “epistemologia do Sul”, propõe-se um pensamento alternativo de alternativas.
Ante o colapso do contrato social da modernidade ocidental capitalista e colonial e a proliferação de fascismos sociais, é necessário reinventar a democracia, a cultura política e o próprio Estado.
Em alternativa à democracia de baixa intensidade que hoje domina são propostas formas de democracia de alta intensidade através das quais é possível expandir os espaços públicos, tanto estatais como não estatais. As análises neste volume centram-se em articulações entre os espaços-tempo local, nacional e global.

São Paulo: Cortez Editora (2006)
Boaventura de Sousa Santos

Apadrinhamento à distância

O Centro para a Cooperação e Desenvolvimento promove um programa de apadrinhamento à distância, que visa em traços gerais apoiar as crianças vítimas da marginalização, da fome, das doenças, da violência e da pobreza.

Para mais informações consultar: http://www.ccspt.org/apadrinhamento.htm

Para aderir a esta iniciativa é necessário preencher um formulário, disponível no seguinte endereço: http://www.ccspt.org/apadrinha_agora.htm

terça-feira, setembro 19, 2006

Associação Mininos di Rua

De seguida deixamos uma carta que nos chegou, pedindo divulgação.

"Caros amigos e, muito em especial, os de origem Caboverdiana:
Recebi esta mensagem que aqui vos deixo, de um amigo recente, que se me dirigiu pedindo apoio para a causa que ele e um grupo de pessoas resolveram empreender. Este grupo deixou-se tocar pelos sorisos das crianças abandonadas em Cabo Verde. Se no Sal há a confirmação de cerca de 400, julgo saber que em CV há um total cerca de 5.000 criânças abandonadas ou em risco de exclusão, vindas na sua maior parte, de famílias desestruturadas e/ou com graves carências de vária ordem. Fica aqui ao vosso critério que tipo de ajuda prestar. Nem sempre o dinheiro é primordial. Há os que não podendo contribuir monetáriamente, o podem fazer de outra forma, se calhar, ajudando a divulgar esta associação e os seus projectos, ou, voluntarizando-se para no terreno dar a sua mais valia em prol da Associação, que pode até nem ser esta. Será outr mas é uma forma de se ajudar quem mais necessita.
É tão fácil fazer uma Criança Sorrir!! Ganham os Mininos di Rua do Sal, de Cabo Verde e do Planeta inteiro. Da minha parte irão ter todo o apoio que lhes poder dar, desde já colaborando nas exposições fotográficas, bem como, sempre que necessário, divulgando as actividades."

O Presidente da Associação Mininos di Rua
Carlos José Batalhão

Estágios Profissionais

O ISU abriu concurso de duas vagas para estágios profissionais no Gabinete de Cooperação.
A partir de Outubro ou de Janeiro.
Enviar Curriculum e Carta de Apresentação / Motivação até dia 4 de Outubro.
INFO: geral@isu.pt
PRÉ-REQUISITOS:
- 23 a 35 anos de idade
- Licenciatura nas áreas de: Relações Internacionais, Estudos Africanos, Comunicação Social, Relações Públicas, Economia e Ciências Sociais.
- Experiência de trabalho em África (preferencial)
- Disponibilidade para flexibilidade de horário e trabalho em equipa
- Elegível para estágio profissional
- Formação Geral para o Voluntariado ISU (preferencial)
- Experiência de Formação (preferencial)

Domínio Público - Biblioteca digital de uso livre

O Ministério da Educação do Brasil criou um site onde se podem consultar gratuitamente mais de 700 obras de literatura de língua portuguesa, assim como músicas em formato de MP3. Tudo grátis. Este projecto corre o risco de terminar por falta de utilizadores.
Não deixem de visitar: http://www.dominiopublico.gov.br

quarta-feira, setembro 13, 2006

Configurações - Nova Revista de Sociologia

Foi lançada recentemete uma nova revista de sociologia, da responsabilidade do Núcleo de Estudos em Sociologia (NES), Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho. Editora Campo das Letras.
Director: Manuel Carlos Silva
1º Número dedicado ao tema das Desigualdades Sociais
Periodicidade:
semestral (2 números/ano ou 1 número duplo)
Assinaturas:
Assinatura Anual – Portugal, países de expressão portuguesa e Espanha: 20.00€
Assinatura Anual – Outros países: 25.00€
Correspondência (incluindo assinaturas):
Revista Configurações - a/c Dra. Sofia Oliveira
Núcleo de Estudos em Sociologia (NES),
Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho
Campus Gualtar 4710 Braga

Acção de Formação - Iniciação ao SPSS

O Núcleo Distrital de Faro da REAPN está a organizar uma acção de formação de iniciação ao SPSS, com duração de 16 horas. A formação terá lugar nos dias 25 Setembro, 2 e 9 Outubro de 2006, no Centro de Formação Profissional de Faro.

Os conteúdos programáticos previstos são os seguintes:
1. A “Cadeia do Conhecimento” e a sua importância no suporte às decisões
2. Amostragem
3. Metodologia para a construção de inquéritos
3.1. Da identificação do “problema de partida” à construção do inquérito
4. Abordagem prática ao software SPSS (tratamento estatístico de dados)
4.1. Criação de matriz base dos dados em SPSS
4.2. Carregamento de dados resultantes de inquéritos em SPSS
4.3. Tratamento estatístico dos dados em SPSS (estatísticas descritivas – crosstabs – gráficos)
5. Elaboração de relatórios/ conclusões
5.1. Diagnóstico e identificação das causas que motivaram o “problema de partida”
5.2. Propostas/ recomendações de soluções para a resolução do “problema de partida”

As(os) interessadas(os) devem contactar o Núcleo Distrital da REAPN:
Rua D. Jerónimo Osório nº 5 2ºDto - Faro
Tel.: 289 802 660 - Fax: 289 802 662
E-mail: n.faro@reapn.org

Atenção: a data limite para inscrições é o dia 18 de Setembro.

terça-feira, setembro 12, 2006

"Desigualdades, Desregulação e Riscos nas Sociedades Contemporâneas"

A Revista Sociologia, do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, está a organizar o Colóquio Científico Internacional "Desigualdades, Desregulação e Riscos nas Sociedades Contemporâneas".

O colóquio terá lugar no Anfiteatro Nobre da FLUP, nos próximos dias 28 e 29 de Setembro.

Para mais informações sobre o programa e as inscrições para o evento, consultar o site da FLUP.

quarta-feira, agosto 30, 2006

Estágios Profissionais na Alemanha - Projecto "Mais Além 2006-2008"

A Associação Juvenil de Estudos e Comunicação (AJEC) está a seleccionar jovens recém-licenciados ou licenciados, nas áreas de Animação Sócio-Cultural, Artes, Ciência Política, Comunicação Social, Design Gráfico, Hotelaria e Turismo, Línguas e Literaturas Modernas, Marketing e Publicidade, Multimédia, Psicologia, Relações Internacionais, Serviço Social e Sociologia, para realizarem estágios profissionais na Alemanha, no âmbito do projecto " Mais Além 2006-2008".

O projecto "Mais Além 2006-2008" tem como entidade promotora a AJEC e consiste num estágio profissional, com a duração de 24 semanas (6 meses), a decorrer entre Outubro de 2006 e Março de 2007, nas entidades de acolhimento Stuttgarter Jugendhaus e.V. (SJEV) e Eurotype, em Estugarda, na Alemanha, no âmbito da Medida Mobilidade, do Programa Leonardo da Vinci, da responsabilidade da Agência Nacional dos Programas Comunitários Sócrates e Leonardo da Vinci.

Os jovens estagiários irão desenvolver o seu trabalho em Centros de Infância e Juventude, Casas e Pousadas de Juventude, Postos de Informação Juvenil, Centros de Formação Profissional, Empresas de Design Gráfico e Multimédia, e outros locais de estágios com base em outras parcerias, onde terão a oportunidade de:

- adquirir novas perspectivas de trabalho nas suas áreas de formação;
- desenvolver diferentes competências noutras áreas profissionais;
- assimilar novas metodologias de trabalho numa instituição dentro da União Europeia;
- aplicar os seus conhecimentos adquiridos no sistema educativo português noutra realidade profissional;
- aprender uma nova língua ou aperfeiçoá-la;
- conhecer um outro país, uma nova cultura e fazer amigos.

Mais tarde de regresso a Portugal, poderão transportar e adaptar as novas competências à realidade nacional, e considerando a aquisição de elementos diferenciadores e valorativos através da formação obtida no estrangeiro, poderá, inclusivamente, permitir-lhes novas e melhores oportunidades de emprego, em Portugal ou no exterior.

Os jovens participantes terão os seguintes benefícios: viagens, seguros, estadia, formação pedagógica, cultural, linguística e profissional.

Os jovens interessados poderão enviar os seus currículos, certificado de habilitações literárias, com a maior brevidade possível – até 8 de Setembro - para os seguintes contactos:

Morada: Rua de Moscavide, lote 47.101 Parque Expo 1998 Lisboa
Endereço electrónico: ajec1999@hotmail.com ou univa_ajec@yahoo.com

Com os nossos melhores cumprimentos,

AJEC
Associação Juvenil de Estudos e Comunicação

terça-feira, agosto 15, 2006

Os bairros sociais trouxeram problemas conhecidos. Não vamos repeti-los

POL nº 5983 Segunda, 14 de Agosto de 2006
Por Luísa Pinto (texto)

«Os bairros sociais trouxeram problemas conhecidos. Não vamos repeti-los».

O secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades quer acabar a construção de bairros nas periferias das cidades. A nova política passa pela requalificação urbana, e não exclui a hipótese de haver algumas demolições.

Numa altura em que problemas de países pouco desenvolvidos, como famílias em barracas, recrudescem em Portugal e convivem com outras situações de vulnerabilidade e de carência habitacional, o Governo quer dar mais "justiça" ao sistema, recusando o assistencialismo vitalício aos agregados que dele não precisam. O secretário de Estado com a tutela da pasta, João Ferrão, explica que a nova política social de habitação passa por clarificação do papel do Estado e das autarquias e permite a entrada de privados na gestão de património. E que a ordem é reabilitar os centros urbanos e reocupar fogos devolutos, promovendo a diversidade e combatendo a guetização originada pelos bairros sociais. E não exclui a hipótese de "ter de demolir alguns".

PÚBLICO - Brincou com as palavras para marcar o anúncio de uma nova política. Qual é a diferença entre política de habitação social e política social de habitação?

JOÃO FERRÃO - Quando defendemos uma política social de habitação, estamos a sublinhar o que nos parece inovador e que tem a ver com o papel do Estado e a forma como se relaciona com diferentes agentes e actores no âmbito desta política. Queremos fazer a separação clara entre o papel do Estado central, neste caso do Instituto Nacional Habitação (INH), e o futuro Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), que é um papel estratégico, regulador, avaliador e de informação ao cidadão, e do ponto de vista da execução de políticas, que, neste caso, são políticas que ganham com a proximidade. Queremos, por um lado, descentralizar em relação às autarquias e, por outro lado, externalizar de uma forma contratualizada com promotores privados especializados. E também levar a cabo a ideia de que uma política como esta tem de ser feita sempre de forma muito estreita com aquilo que são os stakeholders do INH/IHRU.

Estamos sempre a falar do papel do Estado em garantir o direito à habitação, a falar de rendas apoiadas e de custos controlados. Muda alguma coisa no universo de pessoas a que se destina?

Não estamos a pensar, como muitos, que habitação de pendor social é igual a problemas de pobreza; prefiro falar de situações de vulnerabilidade. Vamos definir o universo de pessoas que cabe neste segmento e recusar a ideia de acesso à habitação social para toda a vida, independentemente das condições que vão tendo ao longo do seu ciclo de vida, por uma questão de justiça.

A que situações de vulnerabilidade se refere?

Hoje em dia temos, por variadíssmas razões, novos perfis de carência habitacional. A questão do envelhecimento, a da recomposição familiar e a da emigração, por exemplo, às quais temos de juntar a da instabilidade do mercado de trabalho. A ideia de emprego para toda a vida desapareceu. Estamos a falar de elementos estruturais das sociedades contemporâneas, da pós-modernidade. E estes problemas coexistem com os mais antigos, como o da erradicação de barracas, que ainda não conseguimos resolver. Aliás, verificamos, até, que se nas áreas metropolitanas o número está a diminuir, embora muito lentamente, noutras áreas do país o número de pessoas a viver em barracas está a aumentar.

Falou de Estado, autarquias, stakeholders e privados que quer que participem nesta política, reposicionando-os. O papel do Estado está explicado. E os restantes?

Do ponto de vista da execução das políticas, a política de habitação é uma daquelas em que a questão da proximidade é muito importante. Não é assim em todas as políticas, mas esta é daquelas que têm de ser uma política próxima para quem se orienta. A velha política de habitação social era muito centrada no Estado central, e baseada na solução da construção dos chamados bairros sociais, que trouxeram problemas que são conhecidos de toda a gente. E nós não vamos repeti-los. Aqueles bairros compactos com pessoas do mesmo tipo, muitas vezes até fisicamente isolados do resto das cidades, revelou-se uma solução péssima. Em muitos países esses blocos tiveram de ser implodidos, e eu não excluo à partida que isso não possa acontecer em Portugal.
A administração central nao tem propriamente vocação para ser proprietária, e o IGAPHE ainda tem, hoje em dia, um parque habitacional razoável, que inclui edifícios, fogos, mas também terrenos. A nossa ideia é transferir o património que pode ser recuperado para os municípios e dar uma nova abordagem ao programa Prohabita, de forma a promover a diversidade social. Os privados poderão entrar na gestão desse património .

Como é que essa entrada dos privados pode ser feita?

Enquadrada em instrumentos como o Porta 65. Estamos a falar sempre do objectivo de dinamizar o mercado de arrendamento e, nesta óptica, no segmento da habitação de cariz social. A Porta 65 tentará dinamizar esse mercado de arrendamento do lado da oferta, do lado da procura e articulando ambas. Do lado da oferta, queremos mais e melhores fogos no segmento de arrendamento, nomeadamente no de vocação social. Para que isso aconteça, o que temos de fazer é criar um sistema que seja confiável, estável, credível e que seja rentável para quem aceita integrá-lo. Estou a falar de autarquias e outras entidades, mas também proprietários individuais que, porque não têm dimensão ou porque não acreditam no mercado de arrendamento social, facilmente podem recorrer a um sistema, com base na contratualização, que lhes garanta a tal estabilidade, um retorno considerado razoável para um determinado período.
Depois temos ainda a componente da gestão do património habitacional, à qual qualquer entidade privada pode concorrer, e contratualizar com o IRHU essa gestão.

Tem vindo a inistir na componente da reabilitação, um mercado cujo potencial, segundo associações do sector, ascende aos dez mil milhões de euros. Mas todos sabemos que o investimento que as empresas fazem em reabilitação é muito baixo. Como pretende inverter essa tendência?

Dando um sinal com várias frentes. Por um lado, com instrumentos financeiros que favorecem a reabilitação urbana, que vamos apresentar em Setembro; por outro, com apoio à decisão do ponto de vista técnico - o INH vai publicar um instrumento pedagógico, um guia técnico da reabilitação. E, em termos genéricos, no âmbito da política de cidades, tudo está orientado para a contenção da expansão urbana e para a requalificação do que já existe.

domingo, agosto 13, 2006

PROTAL em discussão pública

O Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL) vai avançar para discussão pública. O documento vai estar em consulta pública entre 14 de Agosto e 30 de Novembro.

CONSULTE OS DOCUMENTOS*

VERSÃO INTEGRAL
Volume I - Proposta de Plano pdf 5.3 MB

ANEXOS:
Peça Gráfica 01 - Modelo Territorial Proposto pdf 0.4 MB
Peça Gráfica 02 - Sistema Urbano pdf 1.0 MB
Peça Gráfica 03 - Sistema de Turismo pdf 0.9 MB
Peça Gráfica 04 - Sistema do Litoral pdf 1.9 MB
Peça Gráfica 05 - Estrutura Regional de Protecção e Valorização Ambiental pdf 1.1 MB
Peça Gráfica 06 - Transportes e Acessibilidades pdf 1.0 MB
Peça Gráfica 07 - Rede Regional do Património pdf 1.0 MB
Peça Gráfica 08 - Unidades e Sub-unidades Territoriais pdf 1.1 MB
Peça Gráfica 09 - Recursos Hídricos pdf 1.9 MB
Peça Gráfica 10 - Águas Residuais Urbanas (prioridades de intervenção) pdf 1.1 MB
Peça Gráfica 11 - Rede Eléctrica em Alta e Muito Alta Tensão (representação esquemática) pdf 0.9 MB

Volume II - Caracterização e Diagnóstico pdf 12.9 MB

ANEXOS

Volume III - Elementos Complementares pdf 1.2 MB

ANEXOS:
Mapa 01 - Unidades e Sub-unidades Territoriais pdf 2.2 MB
Mapa 02 - Sistema do Litoral pdf 5.6 MB
Mapa 03 - Estrutura Regional de Protecção e Valorização Ambiental pdf 2.3 MB 03a - ERPVA - Unidades Ecológicas (agrupadas por categorias) pdf 6.6 MB 03b - ERPVA - Prioridades de Conservação (das unidades ecológicas) pdf 6.4 MB
Mapa 04 - Transportes e Acessibilidades pdf 2.2 MB
Mapa 05 - Ordenamento das Águas Marítimas pdf 2.3 MB
Mapa 06 - Recursos Hídricos pdf 3.3 MB
Mapa 07 - Abastecimento Público de Água pdf 2.1 MB
Mapa 08 - Águas Residuais Urbanas pdf 2.0 MB
Mapa 09 - Carta de "Apoio à Gestão Florestal" pdf 2.1 MB
Mapa 10 - Riscos pdf 11.4 MB

VERSÃO RESUMO
Sumário Executivo pdf 595 KB

CONHEÇA OS PARECERES
Comissão Mista de Coordenação pdf 2.9 MB * Anexo 11 e Anexo 12 - Dísponível, em suporte papel, nas instalações da CCDR sitas na Rua José Matos.

A SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL
Ficha de Participação Online
Ficha de Participação (para download) pdf 69 KB
A Ficha pode ser preenchida em linha, directamente na página web da CCDR Algarve ou manualmente, numa cópia em papel que pode imprimir, preenchendo com letras maiusculas. Tendo em vista o tratamento das suas observações não deverá ultrapassar duas páginas. As suas sugestões serão ponderadas após a conclusão do período de discusão pública que decorre de 14 de Agosto a 30 de Novembro de 2006.A CCDR garante a estrita confidencialidade no tratamento dos seus dados. A informação por si disponibilizada não será partilhada com terceiros e será utilizada apenas para PROT Algarve.

Brevemente disponível site específico do PROT Algarve e o calendário de Sessões Públicas.

* Informação retirada do site da CCDR.

quinta-feira, agosto 10, 2006

Brigadas internacionais para a Paz - missão de voluntariado 1 ano - candidaturas ainda abertas

Tal como divulgámos antes, as PBI - Brigadas Internacionais de Paz, estão a realizar este ano em Portugal 3 formações ("training weeks"), com o objectivo de encontrar e preparar voluntários para vários dos seus Projectos Internacionais.
A formação do Nepal já está a decorrer com sucesso em Lisboa, frequentada por vários voluntários internacionais. Mas para o sucesso das duas restantes formações precisamos de mais candidatos portugueses, por isso continuamos a procurar voluntários que se queiram candidatar a integrar os Projectos do México e da Indonésia.
Qualquer um dos Projectos pretende integrar vários voluntários portugueses, para o que fizeram um especial apelo às PBI Portugal para procurar mais candidatos.
Aproveitamos para felicitar os voluntários que já estão no processo de selecção, nomeadamente do Projecto Guatemala, cujo selecionados serão conhecidos em breve. As candidaturas continuam abertas até o fim de Agosto, esperamos receber as vossas também!

Os requisitos básicos para os voluntários são:
- Mais de 25 anos de idade
- Experiência mínima de voluntariado e/ou associativismo
- Disponibilidade mínima de um ano no terreno
- Conhecimento da língua*
* No caso do Projecto da Indonésia há uma integração anterior em cursos da língua local

Locais e datas das formações:
PROJECTO INDONÉSIA
Local - Pousada Juventude de Almada
Data - 16 a 31 de Outubro
Contacto para informações / candidaturas: rjthompson95@yahoo.ca / brigadas.paz@gmail.com
PROJECTO MÉXICO
Local - Lisboa
Data - 19 a 26 de Novembro
Contacto para informações / candidaturas: pbisilvia@yahoo.es /brigadas.paz@gmail.com

quarta-feira, julho 26, 2006

Comunicado da Associação Portuguesa de Sociologia

Aos sócios da APS
Aos Órgaos de Soberania
Aos Órgãos de Comunicação Social

A Direcção da Associação Portuguesa de Sociologia (APS), tomando hoje conhecimento do hediondo crime perpretado contra uma cidadã, socióloga de profissão, não pode deixar, em primeiro lugar, de manifestar a sua indignação, revolta e consternação perante o homícidio perpetrado contra a vida da nossa colega Maria José Gonçalves Janardo. A APS apresenta as suas condolências e solidariedade à família da nossa colega. Segundo o JN de 25 de Julho do corrente ano, o corpo teria sido descoberto no dia 8 de Julho na bagageira do próprio carro da vítima a 100 metros da sua residência em Monte Abraão, depois de ter sido sequestrada, tomada refém por um casal de assaltantes e, por fim, assassinada por asfixia, tendo sido colocado o cadáver na bagageira do carro. A APS, embora desconheça as precisas circunstâncias do crime, pelo que lhe foi dado saber pela notícia do JN, espera obviamente a prossecução da necessária investigação por parte das autoridades competentes, de modo a serem esclarecidas as circunstâncias do crime e feito o apuramento daresponsabilidade do(s) autor(es) do crime. Por uma primeira leitura feita à notícia estaremos provavelmente perante um caso que demonstra como também o exercício da profissão do sociólogo/acomporta certos riscos, o que nos obriga a todos a um redobrado esclarecimento da opinião pública face a enviesamentos ou falsas ideiassobre a profissão do sociólogo. Com efeito, qualquer investigação sociológica obedece a códigos éticos e deontológicos, tal como noutras profissões, não devendo obviamente ser confundida com investigações policiais ou judiciais. Aos órgaos de comunicação social a APS solicita e agradece a publicação deste comunicado para conhecimento dos demais colegas e da população emgeral. Lisboa, 25 de Julho de 2006
A Direcção da APS